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Mostrando postagens de Março, 2020

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Qual a responsabilidade das imobiliárias nas locações de imóveis?

As imobiliárias como representantes legais dos proprietários de imóveis que atuam na área de locação de imóveis vêm cada vez mais se blindando em meio as suas responsabilidades no setor locatício, dado a demanda de situações problemáticas que uma locação pode provocar.

Todas instituem uma autorização de locação (mandato), entre imobiliária e locador a fim de deixar documentado e definido todas as responsabilidades de ambas as partes no que tange a locação do imóvel.

O locador quando procura uma administradora de imóveis, repassa à administradora todas as responsabilidades inerentes a uma locação de boa fé, buscando um locatário que atue de forma responsável, diligente e que entregue o imóvel nas mesmas condições e é o que a imobiliária deve fazer, atuar como se o imóvel fosse seu.

A imobiliária deve, com zelo, buscar todas as informações e documentos do pretenso inquilino, atuando com diligência para que a locação seja lucrativa tanto para a administradora como para o p…

Cenário é propício para investimento racional em imóveis

Com quedas na taxa Selic, analistas veem boas perspectivas em unidades físicas, fundos imobiliários e aluguel.
As quedas sucessivas na taxa Selic – atualmente em 5% – tendem a atrair investimentos para o mercado imobiliário. Com os cortes impactando nos chamados rendimentos de renda fixa, os investidores podem migrar para fundos imobiliários, ações de construtoras e incorporadoras ou, simplesmente, retirar o dinheiro de suas aplicações para comprar imóveis. Analistas de mercado alertam, no entanto, que a aquisição de uma casa, apartamento ou unidade comercial é um investimento de médio e longo prazo, cujo retorno se dá, em média, acima de três anos. 
Daí vem a pergunta: é melhor investir em imóvel ou em fundo imobiliário? Planejadores financeiros com a certificação CPF (Certified Financial Planner) explicam que imóveis e FII (Fundos de Investimento Imobiliário) pertencem à mesma categoria de ativos, mas possuem três diferenças importantes: a forma de propriedade, a tributação e…

Veja como fazer um financiamento imobiliário

Para mais de 52% dos brasileiros, comprar uma casa ou apartamento é uma prioridade que ainda não foi realizada, segundo pesquisa da MindMiners realizada em 2018. De acordo com o mesmo levantamento, 60% dos entrevistados assumiram que só conseguirão obter um imóvel se contarem com um bom financiamento. Um elemento importante para que o negócio seja feito com sucesso é entender quais são os tipos de empréstimo imobiliário e juros praticados por cada instituição financeira. Só assim é possível escolher qual se encaixa melhor à realidade da família e evitar problemas futuros.
“Para passar sem problemas pela avaliação de crédito, no caso do trabalhador formal, um ponto a favor é ter mais de três anos de registro em carteira, compor renda com outra pessoa (desde que haja uma ligação familiar de até segundo grau ou uma relação estável), e o valor da parcela não pode comprometer mais do que 30% da renda familiar”, explica o advogado especialista em direito imobiliário, Bence Pál Deák. Pa…

Crescimento do mercado imobiliário deve se intensificar em 2020

A Abrainc fez um levantamento que indica que uma queda de 1% nos juros do  financiamento pode incluir até 2 milhões de famílias no mercado imobiliário.
O ano de 2019 trouxe grandes notícias para a construção civil, sendo um período de fortalecimento para o setor e de retomada do mercado imobiliário. Evoluímos nos principais números: geração de empregos, vendas e lançamentos de imóveis, melhora do PIB da construção e a importante redução da taxa de juros possibilitando novas ofertas de financiamento e mais acesso à moradia para as pessoas.
Estamos no caminho certo para voltar a ter um mercado aquecido e seguro. E os números comprovam isso.
Quando fazemos a comparação do terceiro trimestre de 2019 com o mesmo período de 2018, o aumento de lançamentos é muito positivo. No segmento de médio e alto padrão (MAP), o crescimento foi de 20%.
Já os lançamentos de imóveis de baixa renda tiveram um aumento de 11% no terceiro trimestre de 2019, em linha com o observado nos últimos anos.
É …

Fundos imobiliários ganham 427 mil novos investidores

Patrimônio líquido dos fundos negociados em Bolsa cresceu de R$ 54,8 bilhões, em janeiro, para R$ 88,3 bilhões, em dezembro de 2019.
Os fundos imobiliários caíram de vez no gosto dos investidores brasileiros. Em um ano marcado por recordes no segmento, nada menos que 427,5 mil pessoas físicas ingressaram no universo dos FIIs negociados na Bolsa brasileira.
Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela B3, 2019 fechou com 632.643 investidores de fundos imobiliários, com o ingresso de 115 mil pessoas apenas nos dois últimos meses de 2019. Com isso, investidores pessoas físicas são responsáveis hoje por 72,2% do volume negociado pelos FIIs na Bolsa e por 77,4% do estoque.
O movimento de queda dos juros, iniciado em 2016, despertou maior interesse por ativos de renda variável e contribuiu para o desenvolvimento do mercado de fundos listados. A retomada do setor, especialmente em São Paulo, também tem estimulado a demanda de investidores pelo produto.
Com o recorde de 67 ofertas …

Juros imobiliários não têm mais espaço para cair

O mercado brasileiro dos financiamentos imobiliários assistiu a uma acirrada batalha de bancos nos últimos anos. Na rasteira dos juros básicos da economia, a Selic, que despencou de 14,25% ao ano, em 2016, para 4,5% em 2019, as maiores instituições do país se engajaram em uma sucessão de cortes e anúncios em busca do posto de juros mais baixos do mercado. Essa batalha pode ter chegado ao fim, e as taxas do financiamento da casa própria ou já atingiram seu piso, ou estão muito perto dele.
Por Juliana Elias


Nova lei sobre acessibilidade nos imóveis entra em vigor

A partir de agora, construtoras e incorporadoras terão que seguir novas exigências para garantir acessibilidade a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. E, dessa vez, elas abrangem também as áreas interna dos novos apartamentos. Isso porque entrou em vigor, no início desta semana, o decreto nº 9.451/2018 que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão (nº 13.146/2015), prevendo que todas as unidades dos novos empreendimentos residenciais de edificação sejam adaptáveis quando à acessibilidade e que a construtora seja responsável por essas adaptações, quando solicitada.
Com o decreto, isso não será mais possível. De acordo com o texto, todas as unidades dos novos empreendimentos devem possuir características construtivas que permitam adaptações que garantam acessibilidade, sem prejudicar as instalações e estrutura da edificação.

E o decreto prevê ainda que a construtora seja responsável por essas transformações sem cobrar ao comprador, desde que ele faça a s…

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