Pular para o conteúdo principal

Tradutor

Total de visualizações de página

Lançamento de imóveis cresce 23,9% no 3º tri, venda avança 15,4%

O mercado imobiliário nacional apresentou crescimento no volume de lançamentos e vendas de moradias no terceiro trimestre de 2019 quando comparado com o mesmo período de 2019, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 25, pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Os lançamentos somaram 33.199 unidades, alta de 23,9%. Por sua vez, as vendas atingiram 32.575 unidades, aumento de 15,4%. Os dados abrangem 27 cidades e regiões metropolitanas.

O Minha Casa Minha Vida respondeu por 56,9% dos lançamentos e 50,7% no período, enquanto os empreendimentos de médio e alto padrão responderam pelo restante dos projetos.

Os porcentuais indicam uma queda na participação do programa habitacional, que já chegou a representar cerca de dois terços dos negócios há dois anos.

No fim de setembro, o País tinha um estoque de 124.644 residências (na planta, em obras e recém-construídas), recuo de 2,6%.  

Por Estadão
http://www.metoddus.com/


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mercado imobiliário: como entender o preço justo de um imóvel ?

Entra ano, sai ano, e o sonho da casa própria permanece entre os principais objetivos da maioria dos brasileiros que ainda não possui um "lar doce lar" para chamar de seu.Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), já em 2018 havia 12,9 milhões de imóveis alugados no País, dentre 71 milhões de domicílios no total. Os números ainda demonstram um aumento de 5,3% na comparação com 2017.Por outro lado, cresceu o número de brasileiros que apostam em imóveis enquanto carteira de investimentos. O Relatório de Investimento Direto de 2018, divulgado pelo Banco Central (BC) revelou, por exemplo, que os investimentos em imóveis no exterior cresceram 240% de 2007 a 2017. Ainda segundo o levantamento, a maioria dos investidores nacionais apostam em imóveis nos EUA.Por  Dino/Terra

Saiba por que comprar um imóvel para alugar é um bom negócio

Mercado imobiliário começa 2020 aquecido

Impulsionado pelos números de 2019, o setor da construção civil e setor imobiliário começam o ano com expectativas positivas e animadoras tanto para quem vende quanto para quem deseja comprar. Embora o número de lançamentos imobiliários dos últimos três meses do ano passado não ter sido divulgado, o terceiro trimestre de 2019 registrou uma forte alta, de 53% de lançamentos e de 29% nas vendas de imóveis residenciais

Por Guilherme Barros


Mercado imobiliário retoma crescimento e prepara novos investimentos para 2020

O mercado da construção voltou a apresentar resultados positivos, consolidando a retomada gradual do crescimento. A construção civil foi um dos setores que puxou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. No 3° trimestre de 2019 o PIB do setor teve alta de 1,3%, o que incrementou o resultado de crescimento de 0,6% no PIB do País, em relação ao 2º trimestre do mesmo ano, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) a construção responde por mais de 50% dos investimentos nacionais.

Ainda que lento e moderado, o crescimento tira o setor, que é um dos motores da economia brasileira, do ciclo de queda e o assegura ao retorno da rota do crescimento. Esse movimento, aliado a baixa dos juros, que consequentemente gera ampliação no crédito, já tem animado as empresas do setor que preparam novos lançamentos e vislumbram um 2020 com mais força nas vendas. O movimento também deve co…

Acelerar o crescimento já será um avanço em 2020

Nos últimos três anos, o Brasil chegou a dezembro com boas expectativas para o período seguinte. Fim da instabilidade política, encaminhamento de reformas e novos governos embalavam as esperanças do mercado, que falava em alta do PIB de 3% no ano subsequente.

As razões para crer em uma melhora eram boas e, de fato, poderiam ter sido concretizadas. Entretanto, o que o País viveu foram três anos de baixo crescimento, cerca de 1% ao ano em 2017, 2018 e 2019 (nesse último caso, expectativa). É uma retomada lenta, insuficiente para reduzir, com a rapidez desejada, os altos índices de desemprego.
Evidentemente, houve avanços nesse período, especialmente se lembrarmos que, em 2015 e 2016, o País teve quedas de 3,5% e 3,3% na atividade econômica. Mas o retrospecto negativo era mais um fator a influenciar na aposta de alta, considerando a base de comparação baixa do período anterior.

Fatores externos ou imprevisíveis afetaram a economia: a gravação no caso JBS em 2017, a greve dos cam…

Wikipedia

Resultados da pesquisa